Dourados à beira de perder milhões na saúde: descaso da Prefeitura ameaça CAPS, SAMU e emendas parlamentares

Dourados vive mais um capítulo  de descaso administrativo que coloca em risco milhões de reais em investimentos para a saúde pública. Não bastasse a ameaça de perder R$ 8 milhões do Novo PAC Saúde, destinados à construção de dois Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e da Central de Regulação do SAMU, a Prefeitura pode enterrar também outras emendas parlamentares já garantidas — simplesmente por falta de ação.

Um padrão de abandono

O que se vê é um padrão de incompetência: projetos anunciados com pompa, recursos assegurados por parlamentares, mas que não saem do papel porque a gestão municipal não faz a sua parte.

Entre os recursos em risco estão:

A construção do CPAS (Centro de Pronto Atendimento em Saúde), anunciada e engavetada;

A emenda das deputada Lia Nogueira e Gleice Jane e do deputado Zé Teixeira, Emenda essa que a Prefeitura esta com dinheiro na conta é só solicitar a empresa, que também enfrentam risco de devolução.

Perdas em série

Dourados já perdeu outras emendas por pura negligência administrativa. Agora, mais uma vez, a cidade está à beira de desperdiçar recursos que poderiam melhorar o atendimento de saúde, salvar vidas e desafogar a rede pública.

Enquanto isso, prefeito e secretários seguem em silêncio, sem prestar contas, sem dar satisfação e sem explicar por que projetos vitais ficam travados em gavetas.

Consequências diretas para a população

As consequências da perda desses recursos são devastadoras:

Colapso no sistema de saúde, com filas cada vez maiores;

Superlotação em hospitais e UPAs, sem estrutura para atender à demanda;

Profissionais da saúde sobrecarregados, sem condições adequadas de trabalho;

Desassistência em saúde mental, especialmente para crianças, adolescentes e dependentes químicos;

Perda de credibilidade: a população vê emendas anunciadas e depois desperdiçadas;

Impacto regional, já que Dourados atende 34 municípios vizinhos, ampliando ainda mais o prejuízo.

Hora de reagir

Não se trata mais de falta de tempo ou de burocracia. Trata-se de omissão deliberada. Se nada for feito imediatamente, Dourados perderá novamente recursos preciosos, tanto da esfera federal quanto da estadual.

As perguntas que ecoa é: até quando a saúde de Dourados será vítima da inércia da Prefeitura?

A Comissão da Saúde da Câmara Municipal não esta fiscalizando? E os demais Vereadores que se intitulan da Saúde também não estão fiscalizando?

Fica aberto o espaço para os citados se pronunciarem.

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